OLHARES

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ESPIRITISMO

segunda-feira, 12 de junho de 2017

O ENSINO DOS ESPÍRITOS





“[…] O ensino dos Espíritos deve ser claro e sem equívocos, de sorte que ninguém possa alegar ignorância e para que todos possam julgá-lo e apreciá- lo com a razão. Estamos incumbidos de  reparar o Reino do Bem anunciado por Jesus. Daí a necessidade de que ninguém possa interpretar a Lei de Deus ao sabor de suas paixões, nem falsear o sentido de uma lei toda de amor e de  caridade.”1
O Modelo e Guia deste ensino é o Meigo Rabi da Galileia, Jesus, que, sabedor da infância espiritual da Humanidade, deixou de forma clara e sem equívocos as lições imorredouras, as palavras de vida eterna, sobretudo, a convicção pelos seus exemplos marcantes.
Dois mil e dezessete anos se passaram, após sua presença junto à Humanidade, e, cumprindo a promessa de enviar o Consolador, que permaneceria para todo o sempre, eis que surge há 160 anos, pelas vozes dos imortais, a falange do Espírito de Verdade, trazendo de forma clara os ensinos contidos em O livro dos espíritos na preparação do Reino do Bem por Ele anunciado desde o nascimento. Naquela oportunidade, ouviu- se claramente a frase ecoada do alto: “Glória a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade entre os homens”, anunciando que a Terra é de paz, desde que haja boa vontade entre os homens, benevolência, ou seja, caridade. O ensino dos Espíritos é claro e sem equívocos, para ão dar margem às interpretações dos que procuram adaptar as Verdades às suas tradições, hábitos, costumes, ritos, em vez de se adaptarem à Boa-Nova anunciadora das Verdades que libertam e tornam felizes os que as assentem, pela razão porque compreendem, ou pelo sentimento porque se resignam. Daí o imperativo de que ninguém as interprete ao sabor de suas paixões para não falsear seu sentido, mesclando-as com o azedume das imperfeições. Que sejam julgadas e apreciadas, buscando-se, pela razão, a compreensão do ensino dos Espíritos, e, pelo testemunho, a construção inadiável do Reino do Bem, de um mundo de paz no seio da Humanidade.
REFERÊNCIA:
1 KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 3. imp. Brasília: FEB, 2016. q. 627.
12/06/2017

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Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocamos nela, corre por nossa conta." Chico Xavier